Jesus não era um orante ingênuo
pois, reconhece a finitude humana
tantas vezes sujeita às orações direcionadas ao próprio egoísmo.
e denuncia os modos não-autênticos de oração,
ou seja, a oração desencarnada.
Oração de Ação de Graças
não é mera repetição mecânica de palavras , mas,
é ação de graças, é gratidão diante de Deus (Abba),
que se faz presente, cotidianamente,
sobretudo, através dos mais pobres.
Oração do Horto
busca cumprir a vontade Deus
rompendo com o próprio egoísmo
Estrutura fundamental da oração para o seguidor de Jesus
ouvir a Palavra de Deus (através das mediações concretas)
concretizar a Palavra (práxis do amor e da justiça)
pedir perdão / agradecer (responder à Palavra)
“O que define Deus é sua bondade!”
Significa dizer que, para Jesus,
não é o poder, nem o intelecto que definem Deus,
mas, Sua (de Deus) capacidade de amar.
“em Deus, o correlato de poder
não é a submissão servil do homem, mas sua liberdade (...)”
O poder de Deus é o poder de nos fazer livres...
Jesus assume esse ‘espaço’ de liberdade, em Deus.
Liberdade em Jesus
não é neo-liberal, nem somente jurídica,
mas, é liberdade em função do serviço,
do bem do próximo.
Liberdade e bondade
A liberdade, em Jesus, é radicada na experiência da bondade de Deus.
Obediência
É obediência ativa, responsável.
Ousadia que tem como meta o próximo.
Fé de Jesus
Confiança e esperança em Deus (verticalidade)
Fidelidade e obediência à sua missão (horizontalidade)
“A fé de Jesus é, portanto, processual e histórica”
É processo vivido e assumido,
não um evento “a-histórico”.
O que Deus se torna para Jesus, nos termos:
Tentação: discernimento
Enigma: Deus ‘se’ esconde
Mistério: quando a vontade divina vai além dele (Jesus) mesmo,
levando-lhe à morte.
Escândalo: quando, na cruz, escutasse o Seu silêncio.
O Mistério de Deus, para Jon Sobrino, se concretiza em Jesus:
nos pequenos: pois Deus se manifesta entre os pobres e oprimidos.
no cotidiano: pois é mistério luminoso, evolvente.
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